FIELD LOGGER 512K C/MEMORIA S/IHM 2X RS485 ETHERNET USB 24V

REF: 764d587b26c6
  • FieldLogger 512k é um módulo de aquisição e registro de variáveis analógicas e digitais, com grande capacidade de memória e opções de conectividade para integração industrial
  • Modelo solicitado: FIELD LOGGER 512K C/MEMORIA S/IHM 2X RS485 ETHERNET USB 24V (sem IHM, para instalação em painéis e sistemas de automação)
  • Memória interna: aproximadamente 512.000 registros (memória flash interna)
  • Canais integrados: 8 entradas analógicas universais, 8 I/Os digitais configuráveis (entrada ou saída) e 2 saídas a relé
  • Desempenho de aquisição: conversor A/D 24 bits e velocidade de aquisição que pode chegar a 1000 amostras por segundo
  • Comunicação e coleta: USB device para configuração/monitoramento/coleta em PC e USB host para coleta por pen drive
  • 2× RS485: RS485 principal e RS485 auxiliar no conector DB9, que pode operar como interface genérica (escravo Modbus RTU) a partir de firmware compatível
  • Montagem: gabinete ideal para trilho DIN de 35 mm
  • Alimentação 24 V: modelo 24 V indicado no manual (com consumo máximo informado)
  • Nota importante sobre Ethernet: o manual indica que a interface Ethernet não está disponível em alguns modelos específicos, incluindo “USB, 512k logs, RS485, 24 V

O FieldLogger 512k é um registrador de dados (data logger) desenvolvido para aquisição e registro de variáveis analógicas e digitais em aplicações industriais que exigem rastreabilidade, diagnóstico e histórico confiável do processo. Ele reúne em um único módulo entradas universais para diferentes tipos de sensores, I/Os digitais configuráveis, saídas a relé e interfaces de comunicação para integração com sistemas de automação e softwares de supervisão. No modelo sem IHM, a operação é pensada para configuração e coleta por interfaces de comunicação, mantendo o módulo mais compacto e adequado a quadros elétricos com foco em conectividade e registro contínuo.

A capacidade de armazenamento do modelo solicitado é baseada em memória flash interna, com aproximadamente 512.000 registros, permitindo registrar eventos e tendências do processo mesmo em instalações onde a coleta é feita em janelas programadas (por rotina de manutenção, auditoria ou acompanhamento de desempenho).

Um ponto forte do FieldLogger é a combinação de alta resolução e velocidade. O equipamento utiliza conversor A/D de 24 bits e possui velocidade de aquisição que pode chegar a 1000 amostras por segundo, favorecendo aplicações em que pequenas variações importam e onde o histórico precisa acompanhar mudanças rápidas do processo. Isso é especialmente útil para capturar transientes, comportamentos de aquecimento/resfriamento, oscilações de sinais 4–20 mA e eventos digitais de máquina.

Com a memória interna de 512k registros, o FieldLogger permite criar uma base consistente de dados para análises de tendência, correlação de eventos e relatórios. Na prática, você define o que será registrado (canais analógicos, digitais e, quando aplicável, cálculos/derivações) e coleta os dados conforme a sua rotina operacional, sem depender de um computador conectado o tempo todo.

O FieldLogger possui 8 entradas analógicas universais, compatíveis com sensores e sinais típicos da instrumentação industrial. Isso inclui medições por termopares, Pt100/Pt1000 e sinais lineares de corrente e tensão (como 4–20 mA e 0–10 V), permitindo que o mesmo módulo seja aplicado em diferentes pontos de uma planta com ajustes feitos por software. Essa flexibilidade reduz a necessidade de múltiplos modelos e facilita padronização de manutenção.

Além das entradas analógicas, o equipamento dispõe de 8 canais digitais que podem ser configurados individualmente como entrada ou saída, o que ajuda tanto no registro de estados (porta aberta/fechada, permissivas, falhas) quanto na execução de ações simples (sinalizações, comando de atuadores de baixa complexidade, conforme projeto). Ele também conta com 2 saídas a relé, úteis para sinalização local e acionamentos vinculados a condições de alarme.

No modelo sem IHM, a USB device é uma via direta para conectar o FieldLogger a um computador, viabilizando configuração, monitoramento e coleta. Já a USB host é utilizada para coleta por pen drive, facilitando retiradas de dados em campo quando não há rede disponível ou quando se prefere um processo offline de coleta e transferência. Essa combinação é muito útil para rotinas de manutenção e auditoria.

Para integração industrial, a RS485 é um padrão consolidado. O FieldLogger possui RS485 e também uma RS485 auxiliar localizada no conector DB9 sob a tampa. Essa RS485 auxiliar tem como função principal atender a IHM, mas pode ser utilizada como interface genérica, operando como escravo Modbus RTU a partir de versões de firmware compatíveis, o que justifica a especificação “2× RS485” em muitas aplicações de arquitetura serial.

Quando presente, a Ethernet permite habilitar serviços de rede para consulta, coleta e integração. O manual descreve o uso de serviços como visualização por navegador (HTTP), coleta por FTP e disponibilização de informações via registradores Modbus, além de ações associadas a alarmes como envio de e-mails e traps SNMP.
Importante: o próprio manual ressalta que a interface Ethernet não está disponível em alguns modelos, incluindo a versão “USB, 512k logs, RS485, 24 V”. Por isso, a recomendação para cadastro é tratar “Ethernet” como recurso dependente da variante do equipamento.

Para painéis com padrão de baixa tensão, o manual lista a opção Modelo 24 V, com faixa de alimentação indicada e consumo máximo especificado, o que facilita o projeto quando a infraestrutura do quadro já é baseada em 24 V.

O gabinete do FieldLogger é descrito como ideal para instalação em trilho DIN de 35 mm, uma vantagem para padronização de montagem em painéis e para manutenção rápida. O procedimento de fixação é feito por presilhas, facilitando remoção e reinstalação quando necessário.

O FieldLogger 512k 24 V sem IHM é indicado quando você precisa de um registrador robusto para histórico de processo, com múltiplas entradas universais e I/Os digitais, mas prefere operação por comunicação (PC, rede e/ou rotinas de coleta) em vez de interface local. Ele atende bem aplicações de monitoramento industrial, rastreabilidade de variáveis críticas, verificação de desempenho e diagnóstico de eventos, com instalação simplificada em trilho DIN e alimentação compatível com painéis em 24 V. Para projetos que exigem Ethernet, vale garantir a variante que de fato inclui a interface, já que o manual aponta limitações de disponibilidade em alguns modelos 512k/24 V.